Pelo terceiro mês consecutivo, o comercio varejista do Ceará registra crescimento. Em fevereiro deste ano, assinala taxas de 3,8% no volume de vendas e 3,5% na receita nominal, ambas as variações com relação ao mês anterior (ajustadas sazonalmente) e assume o melhor desempenho do Nordeste. Em janeiro e dezembro os índices foram de 3,3% e 2,5%, em termos de faturamento e de 2,1 e ,25%, em se termos de renda. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio, divulgados ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Um comparativo com mesmo mês do ano passado, aponta um avanço de 18,3% no volume de vendas e de 21%, em se tratando de receita nominal, o segundo melhor resultado da região, abaixo apenas do de Sergipe (18,5% e 22%). No ano, os índices no Estado foram de 15,6% e 18,9%, respectivamente; e nos últimos 12 meses, 10,9% e 15,2%, na mesma ordem.
Quando se considera o comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motocicletas, partes e peças; e material de construção os indicadores também foram positivos: 19,2% para o volume de vendas e 21,2% para a receita nominal.
Ramos de atividade
Por ramo de atividade, nove dos dez setores pesquisados no Ceará apresentaram resultados positivos. As vendas mais expressivas foram registradas em Móveis e eletrodomésticos, com variação de 32,8%, seguido de Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (29,5%); Veículos, motocicletas, partes e peças (21,3%); Hipermercados e supermercados e produtos alimentícios (21,1%); e Livros, jornais, revistas e papelaria (20,5%).
Outros segmentos que também cresceram foram Material de construção (17,9%); Tecidos, vestuário e calçados (10,7%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos; e Combustíveis e lubrificantes, ambos com indicador fechado em 9,1%. O único setor a encolher foi Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,8%).
Quando se foca a receita nominal do varejo ampliado, por atividade, as variações também são positivas. Apresentaram os melhores índices: Móveis e eletrodomésticos (35,7%); Material de construção (25,2%); Hipermercados, supermercados e produtos alimentícios (23,7%); Livros, jornais, revistas e papelaria (23,3%); Tecidos, vestuário e calçados (22,1%); Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (21,2%); e Veículos, motocicletas, partes e peças (20,5%).
Outros indicadores de crescimento foram registrados em Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (11,9%); Combustíveis e lubrificantes (9,9%); e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,3%).
Opinião do especialista
Números animadores para o Estado
Cid Alves
Presidente do Sindilojas
São animadores os indicadores do IBGE com relação ao comércio varejista do Ceará. Mas, é preciso considerar alguns pontos que justificam esse crescimento. Quando fazemos referência a base de comparação, que é fevereiro do ano passado, podemos dizer que 2009 foi de chuva excessiva, o que reduziu o desempenho do varejo como um todo, especialmente, no segmento de material de construção. Outro ponto a ser ressaltado é a crise mundial que embora não tenha afetado diretamente o comércio local, mas devido às notícias assustadoras refreou o consumo. O trabalhador com temor de perder o emprego acabou poupando algum dinheiro, ao invés de consumir. Mas, é preciso salientar os incentivos do governo com a redução do IPI para carros e móveis, o que levou as pessoas às compras, puxando também esse resultado para cima. 2010 é de boas expectativas : ano político, de Copa do Mundo e dos projetos do Minha Casa Minha Vida.
Fonte: Diário do Nordeste
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Comércio do CE cresce 13,2%
O Estado superou a média de crescimento nacional e começou o ano com bons números no comércio varejista
Na balada de evolução do pós-crise, o comércio varejista do Ceará apresentou crescimento de 13,2% em janeiro, ante o mesmo período de 2009, ultrapassando a alta média do país de 10,4%, indicou pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE). O Estado foi superado apenas por Mato Grosso (18,2%), Acre (17,9%), Amapá (17,1%) e Goiás (15,4%). O avanço do comércio cearense ainda foi superior aos fechados em dezembro (12,8%) e novembro (8,0%). De acordo com Cid Alves, presidente do Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza (Sindilojas), o resultado positivo das vendas no Estado ante janeiro de 2009 já era esperado. Ele lembra que, no último ano, o Brasil, mesmo não sendo afetado pela crise mundial com a mesma intensidade de outros países, sofreu com os efeitos, o que acarretou índices comerciais menores que o usual. Para 2010, segundo ele, as expectativas são de pleno crescimento nas vendas.
Brasil em ascensão
No País, as vendas do comércio varejista subiram 2,70% em janeiro em relação a dezembro de 2009, configurando a maior elevação neste tipo de comparação registrada na série histórica do indicador do IBGE, iniciada em janeiro de 2000. Na comparação com janeiro de 2009, as vendas do varejo aumentaram 10,40% em janeiro deste ano. Nesta comparação, as expectativas variavam de 7% a 9,40%.
O resultado de janeiro na comparação com igual mês do ano passado teve importância fundamental do segmento de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, cujo volume de vendas subiu 10,2% ante janeiro do ano passado. O setor já vinha apresentando bons resultados ao longo de 2009, devido a índices positivos de emprego e de renda, que costumam afetar positivamente o segmento.
O volume de vendas de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo em janeiro mostrou resultados positivos em todos os tipos de comparação, e foi um dos destaques do comércio varejista no primeiro mês do ano. Segundo o IBGE, na comparação com janeiro do ano passado, as vendas neste segmento subiram 10,2% em janeiro deste ano. De acordo com o instituto, o segmento foi responsável por 47% da taxa global do varejo na comparação janeiro ante igual mês do ano passado (10,40%). Na avaliação do IBGE, este desempenho foi motivado pelo aumento do poder de compra da população, em virtude do crescimento da massa de rendimento real efetivo dos assalariados.
Em janeiro, outros segmentos também apresentaram resultados positivos nas vendas do comércio varejista ante dezembro do ano passado. É o caso de móveis e eletrodomésticos (+7,9%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (+5,8%); livros, jornais, revistas e papelaria (+3,2%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (+2,5%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+2,0%).
Fonte: Diário do Nordeste
Na balada de evolução do pós-crise, o comércio varejista do Ceará apresentou crescimento de 13,2% em janeiro, ante o mesmo período de 2009, ultrapassando a alta média do país de 10,4%, indicou pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE). O Estado foi superado apenas por Mato Grosso (18,2%), Acre (17,9%), Amapá (17,1%) e Goiás (15,4%). O avanço do comércio cearense ainda foi superior aos fechados em dezembro (12,8%) e novembro (8,0%). De acordo com Cid Alves, presidente do Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza (Sindilojas), o resultado positivo das vendas no Estado ante janeiro de 2009 já era esperado. Ele lembra que, no último ano, o Brasil, mesmo não sendo afetado pela crise mundial com a mesma intensidade de outros países, sofreu com os efeitos, o que acarretou índices comerciais menores que o usual. Para 2010, segundo ele, as expectativas são de pleno crescimento nas vendas.
Brasil em ascensão
No País, as vendas do comércio varejista subiram 2,70% em janeiro em relação a dezembro de 2009, configurando a maior elevação neste tipo de comparação registrada na série histórica do indicador do IBGE, iniciada em janeiro de 2000. Na comparação com janeiro de 2009, as vendas do varejo aumentaram 10,40% em janeiro deste ano. Nesta comparação, as expectativas variavam de 7% a 9,40%.
O resultado de janeiro na comparação com igual mês do ano passado teve importância fundamental do segmento de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, cujo volume de vendas subiu 10,2% ante janeiro do ano passado. O setor já vinha apresentando bons resultados ao longo de 2009, devido a índices positivos de emprego e de renda, que costumam afetar positivamente o segmento.
O volume de vendas de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo em janeiro mostrou resultados positivos em todos os tipos de comparação, e foi um dos destaques do comércio varejista no primeiro mês do ano. Segundo o IBGE, na comparação com janeiro do ano passado, as vendas neste segmento subiram 10,2% em janeiro deste ano. De acordo com o instituto, o segmento foi responsável por 47% da taxa global do varejo na comparação janeiro ante igual mês do ano passado (10,40%). Na avaliação do IBGE, este desempenho foi motivado pelo aumento do poder de compra da população, em virtude do crescimento da massa de rendimento real efetivo dos assalariados.
Em janeiro, outros segmentos também apresentaram resultados positivos nas vendas do comércio varejista ante dezembro do ano passado. É o caso de móveis e eletrodomésticos (+7,9%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (+5,8%); livros, jornais, revistas e papelaria (+3,2%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (+2,5%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+2,0%).
Fonte: Diário do Nordeste
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Vendas do varejo no Ceará crescem 9,5%
O resultado estadual se apresenta como o segundo melhor desempenho do Nordeste e do Brasil
O varejo cearense encerrou 2009 com indicadores superiores à média nacional, ao registrar elevação de 9,5% no volume de vendas e de 13,9% na receita nominal, contra 5,9% e 10%, respectivamente, no País. Os resultados se apresentam como o segundo maior porcentual de faturamento do Nordeste e do Brasil, a terceira melhor receita da região e a sexta no ranking nacional. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No último mês do ano, também em movimento contrário ao País, que teve taxas de variação de -0,4% frente à novembro, tanto para o volume de vendas como para a receita nominal, o Ceará registrou percentuais de crescimento de 1,2% e 2,3%, respectivamente.
Quando se considera o Comércio Varejista Ampliado (incluindo os ramos de Veículos e de Material de Construção), os índices seguem positivos. O volume de vendas acumula no ano elevação de 10,3% e a receita nominal cresce 11,8%. Em dezembro, frente a igual mês de 2008, os percentuais são de 16,9% e 19,6%, respectivamente. Entre as atividades que tiveram maior peso para puxar a taxa anual de faturamento para cima estão: Veículos, motocicletas, partes e peças (14,7%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo(14,4%); e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (10,7%).
Contribuíram ainda positivamente para a definição do índice: Combustíveis e lubrificantes (10,1%); Móveis e eletrodomésticos (9,9%); Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (8,2%); e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (4,5%). Na contramão desses resultados, Material de construção, que recuou 4,6% e Tecidos, vestuário e calçados, que declinou 0,3%.
Fonte: Diário do Nordeste
O varejo cearense encerrou 2009 com indicadores superiores à média nacional, ao registrar elevação de 9,5% no volume de vendas e de 13,9% na receita nominal, contra 5,9% e 10%, respectivamente, no País. Os resultados se apresentam como o segundo maior porcentual de faturamento do Nordeste e do Brasil, a terceira melhor receita da região e a sexta no ranking nacional. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No último mês do ano, também em movimento contrário ao País, que teve taxas de variação de -0,4% frente à novembro, tanto para o volume de vendas como para a receita nominal, o Ceará registrou percentuais de crescimento de 1,2% e 2,3%, respectivamente.
Quando se considera o Comércio Varejista Ampliado (incluindo os ramos de Veículos e de Material de Construção), os índices seguem positivos. O volume de vendas acumula no ano elevação de 10,3% e a receita nominal cresce 11,8%. Em dezembro, frente a igual mês de 2008, os percentuais são de 16,9% e 19,6%, respectivamente. Entre as atividades que tiveram maior peso para puxar a taxa anual de faturamento para cima estão: Veículos, motocicletas, partes e peças (14,7%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo(14,4%); e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (10,7%).
Contribuíram ainda positivamente para a definição do índice: Combustíveis e lubrificantes (10,1%); Móveis e eletrodomésticos (9,9%); Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (8,2%); e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (4,5%). Na contramão desses resultados, Material de construção, que recuou 4,6% e Tecidos, vestuário e calçados, que declinou 0,3%.
Fonte: Diário do Nordeste
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