O faturamento do comércio em Fortaleza obteve crescimento de 3,81% no primeiro semestre deste ano. Os dados foram divulgados pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), órgão da Fecomércio, e sinalizam a volta do cenário anterior à crise financeira.
No entanto, dos nove segmentos listados pela Fecomércio, só três apresentaram resultados positivos: o segmento de Farmácias, Perfumaria e Produtos Óticos. A pesquisa demonstra que o resultado só foi positivo nos segmentos de primeira necessidade.
De acordo com o superintendente da Fecomércio, Alex Araújo, a expectativa de crescimento para os próximos seis meses é de 5%. "Os dados de julho ainda não foram consolidados, mas essa é a nossa previsão inicial". Em junho, o faturamento do comércio teve alta de 17,74% em Fortaleza e Região Metropolitana, de acordo com o IPDC.
Ainda segundo Araújo, "a ameaça da crise vem se dissipando e o consumidor está mais otimista com a retomada da oferta de crédito", afirma.
Veja dados sobre cada segmento aqui.
Fonte: Diário do Nordeste - 12/08/2009.
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quinta-feira, 13 de agosto de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Vendas do varejo voltam a crescer
Após dois meses em queda, as vendas do varejo brasileiro cresceram de forma generalizada em maio, superando as estimativas dos analistas tanto na comparação mensal como anual. O principal suporte veio da renda, bem como dos estímulos fiscais do governo.
A alta sobre abril foi de 0,8%, com ajuste sazonal, após declínios de 0,1% e 0,5 % em abril e março, respectivamente, informou o IBGE. Economistas consultados pela Reuters previam um crescimento mês a mês de 0,4%.
Dos 10 setores pesquisados em maio, apenas o de máquinas e equipamentos para escritório apresentou uma variação negativa (-11,6%) na comparação de maio com abril.
"A gente vê uma tímida melhora no crédito, na confiança do consumidor, o desemprego está estável e a massa salarial está subindo num cenário de inflação mais baixa", disse o economista do IBGE Reinaldo Pereira a jornalistas.
"As políticas de incentivo do governo, como a redução do IPI, repercutem na venda de automóveis e materiais de construção. Os sinais para eletrodomésticos são mais tímidos", admitiu o economista.
Disponível no Blue Bus.
A alta sobre abril foi de 0,8%, com ajuste sazonal, após declínios de 0,1% e 0,5 % em abril e março, respectivamente, informou o IBGE. Economistas consultados pela Reuters previam um crescimento mês a mês de 0,4%.
Dos 10 setores pesquisados em maio, apenas o de máquinas e equipamentos para escritório apresentou uma variação negativa (-11,6%) na comparação de maio com abril.
"A gente vê uma tímida melhora no crédito, na confiança do consumidor, o desemprego está estável e a massa salarial está subindo num cenário de inflação mais baixa", disse o economista do IBGE Reinaldo Pereira a jornalistas.
"As políticas de incentivo do governo, como a redução do IPI, repercutem na venda de automóveis e materiais de construção. Os sinais para eletrodomésticos são mais tímidos", admitiu o economista.
Disponível no Blue Bus.
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