As vendas pela internet devem crescer até 30% neste Natal na comparação com a mesma data do ano passado, segundo estudo da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit.
As vendas entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro, período de influência do Natal, devem atingir R$ 1,63 bilhão, ante R$ 1,25 bilhão do ano passado, diz a e-bit. O comércio eletrônico deve faturar R$ 10,5 bilhões neste ano, o que representará crescimento nominal de 28% sobre o faturamento de 2008.
A estimativa é de que apenas 25% das pessoas que acessam a internet no Brasil de fato fazem compras na web, o que representa cerca de 17 milhões de pessoas. Os pedidos do comércio eletrônico devem ser liderados por livros e por eletrodomésticos, estimulados pela manutenção da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na linha branca. Na sequência, aparecem as categorias de eletrônicos e informática, enquanto saúde, beleza e medicamentos deverão liderar as preferências do público feminino.
Fonte: G1
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Vendas pela internet crescem 27%
O varejo brasileiro como um todo faturou mais 10% neste primeiro semestre, na comparação com 2008, de acordo com o IBGE. Já o comércio eletrônico cresceu 27% no mesmo período, totalizando vendas de R$ 4,8 bilhões, segundo dados divulgados ontem pelo e-bit e pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). Se esse ritmo se mantiver, ao final do ano as vendas devem passar de R$ 10 bilhões.
As explicações para esse bom desempenho são basicamente duas - tem mais gente comprando e o ticket médio subiu. No ano passado, cerca de 13 milhões de brasileiros fizeram alguma compra pela internet. Em 2009 esse total deve passar de 17 milhões, algo em torno de 9% da nossa população. Além disso, mais gente passou a adquirir eletrônicos, eletrodomésticos e computadores pela internet, o que ajudou a elevar o gasto médio para R$ 327,00. Porém, os itens mais vendidos por aqui ainda são livros e assinaturas de jornais e revistas, seguidos por produtos de saúde, beleza e medicamentos.
A participação dos 10 maiores varejistas virtuais brasileiros caiu 5,5% no primeiro semestre, enquanto a fatia dos pequenos e médios cresceu 1,6%. Prova de que, independentemente do tamanho, todo mundo pode se beneficiar do potencial do comércio eletrônico no país.
Disponível no Blue Bus.
As explicações para esse bom desempenho são basicamente duas - tem mais gente comprando e o ticket médio subiu. No ano passado, cerca de 13 milhões de brasileiros fizeram alguma compra pela internet. Em 2009 esse total deve passar de 17 milhões, algo em torno de 9% da nossa população. Além disso, mais gente passou a adquirir eletrônicos, eletrodomésticos e computadores pela internet, o que ajudou a elevar o gasto médio para R$ 327,00. Porém, os itens mais vendidos por aqui ainda são livros e assinaturas de jornais e revistas, seguidos por produtos de saúde, beleza e medicamentos.
A participação dos 10 maiores varejistas virtuais brasileiros caiu 5,5% no primeiro semestre, enquanto a fatia dos pequenos e médios cresceu 1,6%. Prova de que, independentemente do tamanho, todo mundo pode se beneficiar do potencial do comércio eletrônico no país.
Disponível no Blue Bus.
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