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terça-feira, 9 de março de 2010

Internet é vital para 80% da população

Quase 28 mil pessoas de 26 países foram consultadas para entender papel da web na sociedade.

Quatro em cada cinco pessoas ouvidas em uma pesquisa realizada pela agência BBC consideram o acesso à internet um direito fundamental do ser humano embora mais da metade dos entrevistados tenha confessado que poderia viver sem a rede mundial de computadores.

O estudo do GlobeScan aponta que 87% dos usuários consideram fundamental o acesso livre à rede. Entre os que não navegam na internet, 71% partilharam dessa opinião, fazendo com que aproximadamente 80% dos quase 28 mil entrevistados de 26 países considerem vital o livre acesso à web. Do total de questionados, metade apoiou totalmente a afirmação.

O serviço, porém, foi apontado como dispensável por mais da metade dos entrevistados. 55% deles disseram que conseguiriam viver sem a internet. No Brasil, esse índice sobe para 71%, um dos maiores entre as populações consultadas.

Segundo a pesquisa do GlobeScan, a maior parte dos internautas - 90% - crê que a rede seja um bom lugar para aprender, e 47% acreditam que o melhor aspecto dela seja proporcionar informação de todos os tipos.

A liberdade proporcionada pela rede foi um dos pontos que mais se destacou entre as preferências dos internautas. Cerca de 78% deles disseram que a internet lhes garante maior liberdade, 48% julgaram a rede um lugar seguro para expressar opiniões e 53% defendem a ideia de que não deve haver regulação do governo sobre a web em qualquer lugar do mundo.

O estudo também apontou as preocupações dos internautas. 32% apontaram as fraudes como o aspecto mais preocupante da rede, seguido do conteúdo violento e explícito (27%) e das ameaças à privacidade (20%). A censura do governo sobre o conteúdo publicado na rede foi apontado por apenas 6% dos internautas.

Sobre o tempo gasto pelos usuários nas internet, a pesquisa apontou que 23% se mantêm online por 13 horas ou mais semanalmente e 40% gastam de três a 12 horas na rede por semana. Os que passam três horas semanais ou menos conectados somaram 35% dos entrevistados.



Participaram da pesquisa da GlobeScan: Índia, Nigéria, Gana, Paquistão, Alemanha, Brasil, Indonésia, Japão, Rússia, Quênia, Egito, Chile, Filipinas, México, Turquia, Reino Unido, Tailândia, França, Portugal, Canadá, Espanha, Austrália, México, EUA, China, Coreia do Sul e países da América Central.

Fonte: economia.estadao.com.br
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Classes C, D e E já superam as classes A e B na internet brasileira

Não deveria ser nenhuma surpresa para quem acompanha notícias de economia. Mesmo para quem acompanha o desenvolvimento dos números da audiência do meio nos últimos anos - "A soma das classes C, D e E já supera as classes A e B em número de pessoas com acesso", informou o Ibope em uma apresentação feita ontem em São Paulo. Assim como acontece em relação à renda, também na internet as classes A e B estão sendo ultrapassadas. De acordo com o Ibope, mais da metade das pessoas com acesso à internet, em regiões metropolitanas, são das classes C, D e E. A diferença ainda é pequena - CDE somam 51,6% e AB somam 48,4%, mas pelo gráfico mais abaixo é possível ver a mudança que está ocorrendo desde 2007. E o universo do qual a pesquisa está falando chega hoje a 66,3 milhões de usuários que usam a rede em casa, no trabalho ou em locais públicos. Mas o que isso quer dizer?

- Quer dizer que a cara da internet brasileira está mudando e quem produz conteúdo ou quem cuida da comunicação online das marcas precisa, no mínimo, reconhecer isso. Não me espantaria se, em pouco tempo, começarem a aparecer agências de publicidade especificamente online especializadas na classe C.

- E o que mais dizem os números do Ibope? Que na classe A, 14% acessam a internet usando o celular (6% na classe B, 2% na C e 1% na DE). O acesso mobile (por celular, pda ou smartphone) serve primeiramente para receber e enviar emails (27%), depois para ler notícias (23%). O ecommerce aparece no fim da lista, com 4%.

- Sejam usuários da classe A, C ou E, o fato é que são 66,3 milhões de pessoas (com mais de 10 anos), um grupo quantitativamente respeitável, não é mesmo? E, no entanto, embora tenha crescido 14% em relação a 2008, a internet representou apenas 2,8% do total dos investimentos publicitários em 2009.



Fonte: Blue Bus
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

69% dos brasileiros compartilham dados na web

Segundo uma pesquisa realizada pela F/Nazca, 69% dos brasileiros, isto é, 45,5 milhões, compartilham conteúdo através das redes sociais na internet. Desse total, mais da metade é proveniente da região Nordeste brasileira. Os meios mais acessados pelos internautas para tal fim são o Orkut (54% dos internautas), seguido do MSN (45%), e do e-mail (41%). Os conteúdos mais compartilhados são fotos, trocadas por 49% dos usuários, seguidas de textos e vídeos, ambos com 30%.

Em relação a publicação na rede de conteúdos feitos por eles próprios, são 51% dos internautas que possuem esse hábito.

De acordo com a pesquisa, a assiduidade é um traço marcante do perfil de navegação no Brasil: 86% dos 66 milhões de internautas identificados pelo estudo entram na rede pelo menos uma vez por semana e 37% navegam todos os dias.

A pesquisa identificou ainda que os hábitos de inclusão e viralização variam consideravelmente de acordo com a região do País. Enquanto no Sul, a menos atuante, apenas 36% dos internautas publicam e 55% compartilham, no Nordeste, região com menor renda per capita do País, os números sobem para 57% e 77%, respectivamente. A colaboração reflete outra discrepância regional. Entre os nordestinos, 21% já enviaram algum conteúdo de sua autoria para veículos de comunicação, ao passo que no Sul a prática cai para 14%.

Fonte: Terra
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Internauta passou 13 horas on-line por semana em 2009

A média de uma pessoa conectada chegou a 13 horas por semana, em 2009, de acordo com uma pesquisa conduzida pela empresa de estatísticas Harris Interactive.

O tempo conectado difere entre as pessoas, segundo o estudo. Dos 2.029 adultos entrevistados, 20% disseram que estão on-line por duas horas ou menos na semana, enquanto 14% estão por 24 horas ou mais.

Segundo o site da revista "PC Magazine", a pesquisa excluiu o uso de e-mail, e enfoca apenas no tempo passado em navegação na internet.

Os resultados são um pouco mais baixos em relação a 2008, quando usuários estiveram conectados 14 horas por semana, em média. Em 2007, o total do tempo passado chegou a 11 horas.

A empresa atribui o número de horas à crise econômica. "As horas on-line talvez tenham aumentado [em relação a 2007] por causa da recessão. Ficar on-line é grátis; sair, usualmente, custa dinheiro."

Fonte: Folha Online.
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Internet se posiciona como mídia que mais cresce

A internet lidera o crescimento da publicidade brasileira no acumulado até agosto em um setor marcado pela estabilidade, segundo dados divulgados pelo Projeto Inter-Meios.

A receita publicitária online chegou a 156,6 milhões de reais em agosto, aumento de 25% em comparação aos 127,9 milhões registrados no mesmo mês de 2008.

Se considerarmos a receita publicitária registrada nos oito primeiros meses de 2009, o crescimento da cifra é de 22%, partindo de 449,1 milhões de reais em 2008 e atingindo 550,6 milhões de reais neste ano.

Com o aumento, a internet se posiciona como mídia que mais cresce em um mercado publicitário estável - se considerarmos todos os veículos, a cifra gasta em 2008 é idêntica à registrada neste ano: 13,3 bilhões de reais.

Disponível: Uol.
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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Fim de ano: redução de gastos e mais compras pela internet

De acordo com pesquisa realizada pela amercana Burst Media, 62,8% dos consumidores planejam gastar o mesmo ou reduzir gastos esse fim de ano em comparação a 2008. Mas, apesar do corte no orçamento dos presentes de Natal e Ano Novo, a internet está em alta. A grande maioria dos entrevistados - 85,3% - afirma que vai fazer suas compras online, mesmo que ainda haja receio por parte de 63% quanto à segurança no uso do cartão de crédito pela web. A rede também vai ser uma grande fonte de informações para comparar preços e características de produtos de diferentes marcas.

Disponível: Blue Bus.
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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Jovens e Internet

Para os jovens brasileiros da classe A a internet significa autoexpressão e entretenimento. Para os da classe C, tem o significado de crescimento pessoal, de um passaporte para ampliar a inserção na sociedade. Essa diferença de vivência é uma das conclusões de uma pesquisa realizada em todo o país com jovens de 16 a 18 anos das duas classes sociais. O estudo foi feito pela Informa a pedido da agência carioca Binder/FC+M e foi tema de matéria hoje na revista O Globo. Indica aproximações e afastamentos nos hábitos desses dois grupos na sua relação com a rede.

Basicamente, a pesquisa mostra que a diferença de classe social influencia no acesso à internet - 86% dos jovens da classe A acessam de casa, enquanto que na classe C o número cai para 67%; por outro lado, os jovens de menor poder aquisitivo utilizam mais os locais de acesso pago, como as lan houses (24%), contra somente 11% da classe A. Também há diferenças na frequência do acesso - 72% dos jovens da classe A usam a rede diariamente; os da classe C que fazem isso somam 60%.

Uma vez online, as diferenças praticamente desaparecem - 63% dos jovens visitam o Orkut, isso nas duas classes e 76% trocam mensagens via MSN, índice que também vale para os dois grupos. Por outro lado, os jovens da classe A lêem mais na rede (21%) do que os da classe C (14%) - o índice dos que raramente lêem na web é alto nos dois grupos (34% na classe A e 45% na C).

Regionalmente, há diferenças, por exemplo, na leitura de blogs (15% dos jovens do Sudeste fazem isso, contra 4% no Norte, 8% no Sul e 10% no Nordeste e também no Centro Oeste). Os jovens do Sudeste (84%) são os que mais acreditam que conversar com amigos é mais importante do que outras coisas na internet (índice mais baixo, nesse caso, é de 56% na região Sul).

Disponível no Blue Bus.
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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Índice de retenção do Twitter é de 40%.

As pessoas que usam o serviço de microblog Twitter hoje podem desistir do serviço amanhã, de acordo com dados que questionam o sucesso a longo prazo da mais recente sensação das redes sociais.

Dados da Nielsen Online, que mede o tráfego da internet, constataram que mais de 60% dos usuários do Twitter deixaram de usar o site gratuito um mês depois de aderirem. "O índice de retenção de audiência do Twitter, ou a porcentagem dos usuários em um determinado mês que continuam a usar o site no mês seguinte, é atualmente da ordem de cerca de 40%", informou David Martin, vice-presidente de pesquisa primária da Nielsen Online, em comunicado."Pela maior parte dos 12 meses passados o Twitter manteve índice de retenção da ordem de 30%", acrescentou.

O Twitter é uma empresa de capital fechado e não revela seu número de usuários, mas de acordo com a Nielsen Online recebeu mais de 7 milhões de visitantes em fevereiro deste ano, ante 475 mil em fevereiro do ano passado. No entanto, Martin diz que um índice de retenção de 40% limitaria o crescimento do site a um alcance de 10%, no longo prazo. "Simplesmente não existem usuários novos suficientes para compensar os perdidos, depois de um certo ponto", afirmou ele.

Disponível no G1.
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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Internet é a mídia usada com mais frequência

Uma pesquisa do LinkedIn e Harris Poll indica que o número de profissionais que usam a internet nas campanhas com as quais estão envolvidos supera o número dos que recorrem à TV e ao rádio.

92% dos pesquisados disseram que normalmente usam a internet - a mídia impressa aparece com 88%, o radio com 46%, a TV também com 46% e a publicidade móbile com 39%.

O levantamento foi feito junto a profissionais de agências ou anunciantes que participam do processo de decisão sobre campanhas. Quando a pesquisa quis saber quais os meios que estão sendo usados com mais frequência e quais os que estão sendo menos utilizados, a internet apareceu com 74% na categoria 'mais frequente'.

A publicidade móbile figura com bom resultado, 69%. Por outro lado, 49% disseram que estão usando menos frequentemente a mídia impressa, 38% menos a TV e 43% menos o rádio.

Notícia do Blue Bus.
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quinta-feira, 2 de julho de 2009

29% dos brasileiros acessaram a web em 2008

Quase 29% da população economicamente ativa do Brasil acessou a internet durante o ano de 2008, representando 36,37 milhões de brasileiros, apontou a pesquisa Observador Brasil 2009, divulgada pela financeira Cetelem nesta quarta-feira (01).

A representatividade dos internautas brasileiros com idade acima de 16 anos é praticamente estável em relação a 2007, quando foram registrados 39,76 milhões de usuários de internet no Brasil.

Dos brasileiros que acessaram a internet em 2008, 11% o fizeram a partir de casa, 10%em outros locais, 3% no local de trabalho, 2% em casa e no trabalho, 1% na casa de amigos e 1% na casa de parentes.

Cerca de 71% da população ainda não têm acesso à internet, segundo a Cetelem.

O estudo foi realizado em dezembro de 2008 com 1,5 mil pessoas de 70 cidades, sendo nove em regiões metropolitanas.

Matéria completa no IDG Now!
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sexta-feira, 19 de junho de 2009

A Internet é fonte + popular de informação

A internet é a mais popular fonte de informação e a escolha preferencial para obter notícias, à frente da televisão, jornais e rádio, de acordo com uma nova pesquisa nos EUA.

No entanto, apenas uma pequena fração dos adultos norte-americanos considera que sites sociais como o Facebook ou MySpace sejam boas fontes de notícias, e ainda menos deles optariam pelo Twitter.

Mais da metade das pessoas entrevistadas durante a pesquisa da Zogby Interactive afirmaram que selecionariam a internet, se tivessem de escolher uma única fonte de notícias. O percentual que optou pela televisão foi de 21%, e o rádio e jornais ficaram cada qual com 10%. Apenas 10% dos entrevistados descreveram os sites de redes sociais como importantes em termos noticiosos, e com relação ao Twitter, só 4%dos pesquisados recorreriam ao serviço para informação.

A internet também foi selecionada como a mais confiável das fontes de notícia por cerca de 40% dos adultos, ante os 17% que optaram pela televisão, os 16% que ficaram com jornais e os 13% do rádio.

Quase metade dos 3.030 adultos entrevistados na pesquisa online afirmaram que os sites dos grandes jornais nacionais eram importantes para eles, seguidos por 43% de entrevistados que disseram o mesmo sobre os sites de canais de TV.

Disponível no Clube Online (CCSP)
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segunda-feira, 25 de maio de 2009

Internet em números

Notícia do Blue Bus: O uso da internet ao redor do planeta mais que dobrou entre 2002 e 2008, diz um relatório da ONU divulgado em março.


A estimativa é de que 23% das pessoas usaram a internet no ano passado, acima dos 11% registrados em 2002.

Nos países pobres, o acesso à rede ainda é uma conquista a ser feita. Na África, por exemplo, apenas 1 em cada 20 estavam online em 2007 (dado mais recente da pesquisa). Nos países ricos, por outro lado, o acesso via banda larga cresceu quase 20%.


O levantamento da ONU apurou um crescimento significativo no acesso a banda larga móvel - passou de 3% para 14% nos países desenvolvidos. Outras sobre números da internet leia http://www.bluebus.com.br/buscant.php?st=key&key=web_r_inclinado

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