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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Terceira idade: Novos hábitos de consumo

Eles vão ao shopping, mudam de marca e estão mais ligados em tecnologia

Eles dispõem de tempo para se dedicar às compras, vão ao supermercado pelo menos cinco vezes por semana e, segundo pesquisa feita pela GFK, possuem potencial de consumo de R$ 7,5 bilhões, o dobro da média nacional. Mesmo com todas essas características, os consumidores da terceira idade ainda passam despercebidos diante dos olhos do mercado, que não costuma traçar estratégias específicas para atrair esse perfil que, ao contrário do que se pensa, não é nada conservador em seus hábitos de consumo.

O Brasil conta hoje com 19 milhões de idosos, faixa etária que mais cresce no país, representam 10,5% da população total e 83% deles vivem nas cidades (IBGE 2009). Eles despontam como um novo filão para empresas de produtos e serviços, pois 80% desse grupo recebe aposentadorias e pensões, além de ter obtido uma melhoria de renda nos últimos 10 anos. O perfil do idoso brasileiro mostra que ele está mais planejado em relação às compras. Pesquisa do Datafolha publicada em 2008 revela que 72% dos idosos saem de casa todos os dias. Além disso, eles sempre pedem uma segunda opinião antes de escolher determinado produto.

O mercado

O mercado de cosméticos, o setor bancário e as instituições de ensino já começam a ver um mercado promissor no público acima dos 65 anos. Tanto que estão investindo mais nos pontos-de-venda e nos programas de fidelização, pois sabem que os idosos gostam de ser reconhecidos como bons clientes.

A abordagem desse público também merece cuidado especial. A aproximação de venda deve valorizar o produto ou serviço que priorize sua liberdade. É importante que a loja entenda a terceira idade no contato visual. “O banco é um acontecimento importante na rotina do idoso. Ele gosta de estar inserido na modernidade, embora ainda tenha certo temor. O lazer, muitas vezes, é sair para realizar serviços cotidianos como o pagamento de contas e compras no supermercado. Mas para lançar estratégias para esse público é preciso levar em consideração algumas especificidades. Não é ressaltando suas deficiências que uma marca vai conseguir conquistá-lo”, ressalta Gilberto Cavicchioli, professor do Núcleo de Gestão de Pessoas da ESPM.

Internet muda perfil

Os números divulgados pela Datafolha em 2008 mostram que apenas 5% dos idosos têm acesso a internet no Brasil. Entretanto, a rede mundial de computadores tem sido responsável por uma mudança no ponto de vista dessa classe. O consenso de lealdade às marcas que antes era atribuído a essa faixa etária vem se quebrando ao longo do tempo, embora grande parte da população acima dos 65 anos ainda mantenha preferência por determinados produtos. O que se vê é que quanto mais acesso à informação tem o idoso, mais aberto ele se torna a novas experiências.“Os que se informam mais estão mais dispostos a mudanças. Conhecer as necessidades deste público é a peça chave para uma iniciativa mercadológica eficaz”, analisa Claudio Felisoni, especialista em comportamento de consumo.

O consumo na Terceira Idade

- 19 milhões dos brasileiros são idosos
- 77% dos idosos gasta entre R$ 100 e R$ 550 mensais no supermercado
- 80% tem algum tipo de renda
- 20% associa as compras a uma atividade de lazer
- 20% da população economicamente ativa
- 70% não compra por impulso, além de evitar comprar nos fins de semana
- São responsáveis por 10% do varejo físico e 50% do varejo virtual
- Potencial de consumo da terceira idade é de R$ 7,5 bilhões
- 72% saem de casa todos os dias
- A renda média da aposentadoria é de R$ 777,60

Fontes: Provar, Datafolha e IBGE

Matéria completa no mundodomarketing.com.br
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terça-feira, 18 de maio de 2010

O maior dos mercados emergentes

Com 12 trilhões de dólares despejados na economia em 2009 - mais do que a soma das economias do celebrado Bric, as mulheres são o maior mercado emergente do mundo.

Uma recente pesquisa elaborada pela consultoria Boston Consulting Group (BCG) mostra que, nos próximos cinco anos, a renda feminina mundial deverá receber um incremento de 5 trilhões de dólares, chegando a 18 trilhões - mais do que a soma do produto interno bruto de Brasil, Rússia, Índia e China, o tão celebrado Bric. "Trata-se do maior mercado emergente de todos os tempos. As mulheres vão liderar o mundo pós-crise", diz a americana Kate Sayre, uma das autoras do estudo. "De meras coadjuvantes na economia, elas se converteram na maior esperança de crescimento para diversos países.

Até hoje, as mulheres eram vistas basicamente como "influenciadoras" das decisões de compra - sobretudo como donas de casa que ajudam a administrar o orçamento familiar. "O que está em discussão, agora, não é tanto sua capacidade de convencimento", diz Sayre. "Mas quanto dinheiro elas podem ganhar e injetar na economia." A julgar pelo desempenho dos últimos anos, essa injeção será fortíssima.

No que elas gastam

As brasileiras consumiram quase 800 bilhões de reais em 2009. Veja os principais setores beneficiados... (em bilhões de reais):


[clique na imagem para ampliar]

De acordo com a pesquisa do BCG, a massa salarial feminina mundial tem crescido em média 8% ao ano desde 2003 - ante um aumento de 5,8% nos ganhos dos homens. Com isso, a previsão é que a quantia controlada pelas mulheres e destinada ao consumo em todo o mundo deverá ultrapassar 20 trilhões de dólares em 2015, ante os 12 trilhões atuais. Para efeito de comparação: a massa salarial global masculina é, hoje, de 23,4 trilhões de dólares.

Um estudo realizado pelo instituto de pesquisa brasileiro Sophia Mind, do site Bolsa de Mulher, dá uma ideia do potencial do mercado formado por mulheres no Brasil. Dos quase 2 trilhões de reais destinados ao consumo em 2009, as mulheres responderam por 1,3 trilhão - desses, 800 bilhões vieram na forma de consumo direto e o restante contou com a influência delas. Mulheres já são grande parte dos mercados de carros, apartamentos, educação e saúde, para ficar em apenas alguns exemplos. "O poder de compra dessas consumidoras será, sem dúvida, um dos grandes caminhos para o crescimento do mercado brasileiro", diz Andiara Petterle, presidente do site Bolsa de Mulher e coordenadora da pesquisa.

...e a participação feminina no consumo total desses produtos e serviços:



[clique na imagem para ampliar]

Um estudo do banco Goldman Sachs estima que a redução da diferença salarial entre homens e mulheres somada ao ingresso de aproximadamente 150 000 brasileiras por ano no mercado de trabalho deverá elevar o PIB do Brasil em quase 1 ponto percentual por ano até 2013 - algo em torno de 100 bilhões de reais.

Embora o avanço do mercado feminino possa ser verificado em todos os segmentos da sociedade, é na pujante classe C que ele aparece de forma mais evidente. Um recente estudo elaborado pelo instituto de pesquisa Data Popular mostra que, na classe A, as mulheres são responsáveis por apenas 25% do total da renda familiar - ao passo que, na base da pirâmide, essa participação chega a 41%. Isso acontece porque, nesse estrato social, há um maior número de mulheres que se tornaram chefes de família. "A igualdade salarial deve chegar primeiro à baixa renda", diz Renato Meirelles, diretor do Data Popular e coordenador da pesquisa.

Veja mais dados dessa pesquisa na Revista Exame.
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sexta-feira, 7 de maio de 2010

FGV: consumidor gastará mais com presentes para mãe

Este ano, uma fatia maior de consumidores está disposta a gastar mais com presentes para o Dia das Mães do que na mesma data em 2009. É o que revelou nesta quinta-feira(06) a Fundação Getúlio Vargas (FGV), ao divulgar levantamento especial sobre intenção de compras para o Dia das Mães, com base nos dados da Sondagem das Expectativas do Consumidor de abril. Segundo a pesquisa, realizada em mais de dois mil domicílios de sete capitais, entre os dias 1 e 20 de abril, 14,4% dos entrevistados informaram que pretendem ampliar as despesas com presentes. No ano passado, somente 9,7% dos pesquisados estavam dispostos a aumentar o gasto.

Ainda segundo a pesquisa, 66% dos entrevistados planejam gastar este ano o mesmo valor do ano passado com presentes para o Dia das Mães. Em 2009, a fatia de pesquisados que pretendiam gastar o mesmo montante era de 57,4%. Já a parcela daqueles que pretendem economizar caiu. Em 2010, 19,6% pretendem gastar menos que em 2009 com presentes. Em 2009, 32,9% dos entrevistados responderam que encolheriam o gasto com relação ao ano anterior.

A maioria dos pesquisados (58,8%) pretende gastar mais de R$ 50 reais no presente. Entre os presentes mais citados estão roupas e acessórios, que foram lembrados por 47,17% dos entrevistados, perfumes e cosméticos (12,1%), eletrodomésticos e eletroeletrônicos (11,6%), calçados (8,6%), livros e CDs (2,1%) e outros (17,9%).

De acordo com outra pesquisa da FGV sobre produtos e serviços mais procurados para o Dia das Mães, a variação média de preços de itens relacionados à data está abaixo da média da inflação do período. A elevação média de preços de dez produtos e serviços procurados como presentes para as mães acumulou taxa 4,12% em 12 meses até abril. No mesmo período, a inflação média medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-BR) foi de 5,72%.

Fonte: Diário do Nordeste
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terça-feira, 27 de abril de 2010

FGV: confiança do consumidor sobe 3,5% em abril

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 3,5% em abril ante março, na série com ajuste sazonal, segundo informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que também revisou para cima a alta do ICC de março ante fevereiro, de 0,6% para 0,7%. Com o resultado, o desempenho do indicador, que é calculado com base em uma escala de pontuação entre 0 e 200 pontos (sendo que, quando mais próximo de 200, maior o nível de confiança do consumidor), foi de 111,4 pontos para 115,3 pontos de março para abril.

Em seu comunicado, a fundação informou que, em abril, tanto as avaliações sobre o momento atual quanto as expectativas com relação aos próximos meses foram mais favoráveis. O ICC é dividido em dois indicadores: o Índice de Situação Atual (ISA), que subiu 2,8% este mês após recuar 1,5% em março, e o Índice de Expectativas (IE), que mostrou alta de 4,1% em abril após apresentar taxa positiva de 2,1% em março. No caso do ISA, o sub-índice atingiu em abril o maior nível da série histórica, iniciada em setembro de 2005.

Ainda segundo a fundação, o ICC subiu 15,8% em abril na comparação com igual mês em 2009. No mês passado, o indicador nesta comparação avançou de forma menos intensa, com alta de 13 2% ante março de 2009. O levantamento abrange amostra de mais de 2.000 domicílios, em sete capitais, com entrevistas entre os dias 1 e 20 de abril deste ano.

Otimismo

O otimismo com o futuro da economia do País foi o que impulsionou a arrancada do ICC. Segundo comunicado da FGV, entre os cinco quesitos usados para cálculo do indicador em abril, o destaque ficou por conta do tópico mede o grau de otimismo das expectativas em relação à situação econômica local nos seis meses seguintes. A fatia de consumidores pesquisados que preveem melhora da situação econômica subiu de 23,2% para 26,8% de março para abril; já a parcela dos entrevistados que aguardam piora diminuiu de 13,2% para 8,9%.

Ainda segundo a FGV, nas respostas relacionadas ao presente, houve uma avaliação mais favorável no quesito de finanças pessoais, que atingiu o melhor nível desde o início da pesquisa, em setembro de 2005. De março para abril, a fatia dos consumidores entrevistados que avaliam a situação financeira familiar como boa aumentou de 19,3% para 22,3%; já parcela dos pesquisados que avaliam como ruim ficou "relativamente estável", na avaliação da FGV, ao passar de 11,4% para 11,5%.

Fonte: Verdes Mares.com
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segunda-feira, 29 de março de 2010

Ibope ressalta importância da classe C

Os principais consumidores de eletrônicos estão na classe C. Esse foi um dos pontos levantados pelo último Pyxis, pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência que apresenta o potencial de consumo do brasileiro em 42 grupos de produtos e por classes sociais em todas as cidades.

"O aumento do poder de compra dessas pessoas é incentivado pelo financiamento e crédito", informou Antônio Carlos Ruótolo, diretor de geonegócios do Instituto. Segundo o estudo os consumidores pertencentes à classe B são responsáveis por 45% das compras em som, TV e vídeo, seguida pela classe C com 32%, A com 16% e D/E com 7%.

As classes A e B representam 32% da população. No entanto, juntas consomem 55% de todos os grupos de produtos que a pesquisa analisa, exceto alimentação, o que corresponde a um consumo três vezes maior do que sua participação na população. Bolsas, malas, cintos e brinquedos são os produtos mais consumidos por eles.

A classe B consome o dobro de seu tamanho e tem preferência por cosméticos, bebidas (água, sucos, refrigerantes, cervejas e vinhos), bolsas, malas, cintos e brinquedos. Já na classe C, cujo consumo é proporcional a sua participação populacional, produtos de mercearia, calçados femininos, vestuário infantil e carnes e derivados são os itens mais procurados.

O estudo ainda revelou o potencial de consumo por região no Brasil. Os únicos setores em que os gastos são iguais para todas as pessoas são alimentação e higiene pessoal, média de R$1.419 e R$232, respectivamente per capita.

O brasileiro tem as maiores diferenças de consumo com bebidas. Na região que mais se consome, o Sudeste, cada pessoa gasta R$131, enquanto na região onde o consumo é menor, o Nordeste, o valor cai para R$47. A média nacional é de R$98.

Outro item com fortes diferenças regionais de consumo são os gastos escolares. A região Norte investe R$77, já na região Sudeste, o gasto sobe para R$340, impulsionado pelas classes A e B. A média nacional corresponde a R$248.

O Estado de São Paulo é o que mais gasta com alimentação domiciliar e com produtos para a casa. Os cariocas consomem mais em bebidas, paranaenses em artigos de limpeza e os gaúchos com medicamentos.

O diretor de geonegócios do Ibope destaca o Distrito Federal como o maior consumidor de todos os 42 grupos de produtos que a pesquisa estuda. “A região centro-oeste é a que tem o crescimento mais expressivo, a expectativa é que se iguale a região sul/suldeste”, disse.

O levantamento permite que conforme o tipo de produto e o perfil da região, as ações de marketing e publicidade sejam direcionadas para o potencial consumidor.

Fonte: AdNews
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segunda-feira, 8 de março de 2010

Renda feminina na classe C equivale a 41%


A cada ano, a participação da mulher na decisão de compra só aumenta. Com o crescimento do poder aquisitivo da população de baixa renda, a tendência é que a população feminina conquiste ainda mais poder. De acordo com o instituto Data Popular, enquanto na classe A a renda feminina equivale a 25% do ganho da família, na classe C ela passa a 41% de participação. Como esse estrato social deve continuar crescendo, aí está uma grande oportunidade para as marcas.

As mulheres são responsáveis por 37% da massa de renda total da classe C, o que atingirá os R$ 158 bilhões até o fim de 2010. Ainda segundo o Data Popular, nas lojas de roupas, farmácias e supermercados, as mulheres são 51% do público consumidor. Enquanto 62% das mulheres da classe C possuem cartões de crédito, o índice entre os homens é de 59%.

O Ibope Mídia também aproveitou a data para divulgar dados sobre os hábitos de consumo feminino. Segundo o instituto, 67% das mulheres com 18 anos ou mais fizeram compras pessoais, excluindo bebidas e alimentos, nos últimos 30 dias. No mesmo período, o índice de homens que compraram foi de 58%. Os produtos campeões de venda foram roupas femininas, com 78%, seguidos de calçados, com 60%, roupas para homens, com 43%, e roupas para crianças e bebês, com 39%. Os números mostram que elas são responsáveis não apenas pelos gastos próprios, mas também pelos do resto da família.


Fonte: Propmark
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Redes Sociais serão a nova busca?


O uso de redes sociais continua crescendo em todo o mundo e em duas ocasiões recentes chegou a ultrapassar o dos sites de busca nos EUA. Segundo dados da Hitwise Inteligence, uma das maiores consultorias mundiais de pesquisa na Internet, no dia do Natal e Ano Novo o Facebook recebeu mais usuários que o Google. Outro dado recente, da Nielsen, aponta que o tempo de uso das redes sociais cresceu 82% na comparação entre dezembro de 2008 e dezembro de 2009. Somente no mês passado, foram mais de 300 milhões de internautas, navegando cerca de 5,5 horas neste tipo de site, nos 10 países em que a Nielsen faz medição de audiência - o Brasil ficou em 3º lugar, com 31,3 milhões de usuários, atrás somente de EUA e Japão.

Esses dados confirmam o potencial crescente das redes sociais para diversas decisões dos consumidores (e, em 2010, também dos eleitores). Além de informações de caráter privado, circulam nas redes opiniões sobre produtos, serviços, políticos e empresas que são cada vez mais levadas em conta na hora de decidir uma compra ou o voto - afinal, acreditamos mais na opinião de nossos amigos do que na publicidade. O grande desafio para as organizações que querem influenciar essas decisões é compreender que as técnicas clássicas de gestão de reputação e comunicação têm sua eficácia reduzida neste ambiente. O que conta é o diálogo. Mas quantas empresas estão realmente preparadas para isso? Essa seria uma boa pesquisa para 2010.

Fonte: Blue Bus
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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Fim de ano: redução de gastos e mais compras pela internet

De acordo com pesquisa realizada pela amercana Burst Media, 62,8% dos consumidores planejam gastar o mesmo ou reduzir gastos esse fim de ano em comparação a 2008. Mas, apesar do corte no orçamento dos presentes de Natal e Ano Novo, a internet está em alta. A grande maioria dos entrevistados - 85,3% - afirma que vai fazer suas compras online, mesmo que ainda haja receio por parte de 63% quanto à segurança no uso do cartão de crédito pela web. A rede também vai ser uma grande fonte de informações para comparar preços e características de produtos de diferentes marcas.

Disponível: Blue Bus.
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Celebridades pouco influenciam a decisão de compra

Uma pesquisa da AdweekMedia junto a usuários do LinkedIn indica que apenas 8% se declaram mais inclinados a comprar um produto anunciado por uma celebridade. Por outro lado, 12% dizem que se sentem menos inclinados. E 78% responderam que a presença da celebridade não afeta em nada.

Ainda segundo a pesquisa, os homens (15%) mais que as mulheres (11%) dizem que uma personalidade famosa em uma peça publicitária é um obstáculo à compra do produto. Os dados mais interessantes da pesquisa mostram que 20% dos empresários e 11% dos empregados que ocupam posto de gestão dizem que a presença de uma celebridade num anuncio faz com que eles se sintam menos interessados em comprar o produto. Entre os que trabalham em funções 'criativas', o percentual é de 19%.

Disponível no Blue Bus.
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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Dia dos Namorados promete crescimento de vendas

Pesquisa realizada pelo IPDC revela crescimento nas vendas do Dia dos Namorados, em relação ao ano passado.

A pesquisa sobre o Potencial de Consumo do Fortalezense para o Dia dos Namorados, realizada pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC), da Fecomércio Ceará, revela que 43,60% dos entrevistados afirmam ter intenção de ir às compras, o que movimentará cerca de R$ 68 milhões no comércio de Fortaleza com a compra de presentes. Este valor representa um crescimento de 9,7% com relação à mesma data em 2008, cujo movimento foi estimado em R$ 62 milhões.

Entre os principais produtos estão os artigos de vestuário, que representou 34,25% das respostas, seguidos dos itens de perfumaria, aparelhos de telefonia móvel, sapatos e bolsas.

A data é a melhor para o comércio de flores, produto que ocupa a quinta posição na intenção de compra do consumidor de Fortaleza, com 6,73% das respostas.

A pesquisa ainda revela que a grande maioria – 68,75% dos consumidores – irá utilizar o pagamento à vista. O segundo meio de pagamento mais utilizado será o cartão de crédito, citado por 40,14% dos entrevistados.

Disponível no Portal InvestNordeste.
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