O Estado superou a média de crescimento nacional e começou o ano com bons números no comércio varejista
Na balada de evolução do pós-crise, o comércio varejista do Ceará apresentou crescimento de 13,2% em janeiro, ante o mesmo período de 2009, ultrapassando a alta média do país de 10,4%, indicou pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE). O Estado foi superado apenas por Mato Grosso (18,2%), Acre (17,9%), Amapá (17,1%) e Goiás (15,4%). O avanço do comércio cearense ainda foi superior aos fechados em dezembro (12,8%) e novembro (8,0%). De acordo com Cid Alves, presidente do Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza (Sindilojas), o resultado positivo das vendas no Estado ante janeiro de 2009 já era esperado. Ele lembra que, no último ano, o Brasil, mesmo não sendo afetado pela crise mundial com a mesma intensidade de outros países, sofreu com os efeitos, o que acarretou índices comerciais menores que o usual. Para 2010, segundo ele, as expectativas são de pleno crescimento nas vendas.
Brasil em ascensão
No País, as vendas do comércio varejista subiram 2,70% em janeiro em relação a dezembro de 2009, configurando a maior elevação neste tipo de comparação registrada na série histórica do indicador do IBGE, iniciada em janeiro de 2000. Na comparação com janeiro de 2009, as vendas do varejo aumentaram 10,40% em janeiro deste ano. Nesta comparação, as expectativas variavam de 7% a 9,40%.
O resultado de janeiro na comparação com igual mês do ano passado teve importância fundamental do segmento de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, cujo volume de vendas subiu 10,2% ante janeiro do ano passado. O setor já vinha apresentando bons resultados ao longo de 2009, devido a índices positivos de emprego e de renda, que costumam afetar positivamente o segmento.
O volume de vendas de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo em janeiro mostrou resultados positivos em todos os tipos de comparação, e foi um dos destaques do comércio varejista no primeiro mês do ano. Segundo o IBGE, na comparação com janeiro do ano passado, as vendas neste segmento subiram 10,2% em janeiro deste ano. De acordo com o instituto, o segmento foi responsável por 47% da taxa global do varejo na comparação janeiro ante igual mês do ano passado (10,40%). Na avaliação do IBGE, este desempenho foi motivado pelo aumento do poder de compra da população, em virtude do crescimento da massa de rendimento real efetivo dos assalariados.
Em janeiro, outros segmentos também apresentaram resultados positivos nas vendas do comércio varejista ante dezembro do ano passado. É o caso de móveis e eletrodomésticos (+7,9%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (+5,8%); livros, jornais, revistas e papelaria (+3,2%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (+2,5%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+2,0%).
Fonte: Diário do Nordeste
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terça-feira, 16 de março de 2010
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Vendas pela internet crescem 27%
O varejo brasileiro como um todo faturou mais 10% neste primeiro semestre, na comparação com 2008, de acordo com o IBGE. Já o comércio eletrônico cresceu 27% no mesmo período, totalizando vendas de R$ 4,8 bilhões, segundo dados divulgados ontem pelo e-bit e pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). Se esse ritmo se mantiver, ao final do ano as vendas devem passar de R$ 10 bilhões.
As explicações para esse bom desempenho são basicamente duas - tem mais gente comprando e o ticket médio subiu. No ano passado, cerca de 13 milhões de brasileiros fizeram alguma compra pela internet. Em 2009 esse total deve passar de 17 milhões, algo em torno de 9% da nossa população. Além disso, mais gente passou a adquirir eletrônicos, eletrodomésticos e computadores pela internet, o que ajudou a elevar o gasto médio para R$ 327,00. Porém, os itens mais vendidos por aqui ainda são livros e assinaturas de jornais e revistas, seguidos por produtos de saúde, beleza e medicamentos.
A participação dos 10 maiores varejistas virtuais brasileiros caiu 5,5% no primeiro semestre, enquanto a fatia dos pequenos e médios cresceu 1,6%. Prova de que, independentemente do tamanho, todo mundo pode se beneficiar do potencial do comércio eletrônico no país.
Disponível no Blue Bus.
As explicações para esse bom desempenho são basicamente duas - tem mais gente comprando e o ticket médio subiu. No ano passado, cerca de 13 milhões de brasileiros fizeram alguma compra pela internet. Em 2009 esse total deve passar de 17 milhões, algo em torno de 9% da nossa população. Além disso, mais gente passou a adquirir eletrônicos, eletrodomésticos e computadores pela internet, o que ajudou a elevar o gasto médio para R$ 327,00. Porém, os itens mais vendidos por aqui ainda são livros e assinaturas de jornais e revistas, seguidos por produtos de saúde, beleza e medicamentos.
A participação dos 10 maiores varejistas virtuais brasileiros caiu 5,5% no primeiro semestre, enquanto a fatia dos pequenos e médios cresceu 1,6%. Prova de que, independentemente do tamanho, todo mundo pode se beneficiar do potencial do comércio eletrônico no país.
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